Rio apresenta queda no índice de desemprego
O Estado do Rio de Janeiro registrou, no segundo trimestre deste ano, uma taxa de desemprego de 9,6%, a menor desde o quarto trimestre de 2015, quando o índice foi de 8,7%. Os dados, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, foram divulgados nesta quinta-feira (15/08), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
- O Rio de Janeiro se consolidou como uma potência na geração de empregos, na abertura de novas empresas e na criação de oportunidades de negócios. Nos primeiros sete meses de 2024, registramos, segundo a Jucerja, mais de 44 mil novas empresas. Somente no primeiro semestre deste ano, o setor de serviços empregou 62.516 trabalhadores no estado, representando 68,8% dos 90.857 novos postos de trabalho gerados no período - declarou o governador do Estado do Rio de Janeiro Cláudio Castro.
Nível de ocupação
em 55,6%
O nível de ocupação, que atingiu 55,6%, trouxe um destaque especial para as mulheres, que alcançaram o melhor resultado da série histórica com 46,2%, enquanto o índice para os homens foi de 66,4%.
Em termos absolutos, a população ocupada chegou ao maior número desde o início da série histórica em 2012, totalizando 8,2 milhões de pessoas. Ao mesmo tempo, a população desempregada caiu para 878 mil, o menor índice desde o primeiro trimestre de 2016.
- Esta é mais uma pesquisa que mostra a melhoria do desempenho do Estado do Rio de Janeiro em relação aos números de empregados e desempregados da população fluminense. Dessa vez, a PNAD mostrou que o estado registrou a menor taxa de desemprego desde 2015, ou seja, houve uma redução importante no número de fluminenses que não possuem um emprego para chamar de seu. Temos que comemorar esses resultados e investir em ações que permitam que eles melhorem cada vez mais - disse o secretário de Estado de Trabalho e Renda, Felipinho Ravis.
A redução na taxa de desemprego por grupos também teve queda. Homens, por exemplo, caiu de 8,1% no primeiro trimestre deste ano para 7,8% no segundo trimestre de 2024. Já no grupo de mulheres, caiu de 12,9% no primeiro trimestre de 2024 para 11,9% no segundo trimestre do mesmo ano.