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Obrigado, Fidel.

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Hoje é um dia especial para toda a Humanidade - afinal de contas, não é todo dia que falece um homem que foi um grande exemplo de líder, para todo o Mundo - e em especial, para a América Latina: Fidel Castro.

Sim amigos. Fidel foi um grande exemplo.
Um grande exemplo de como NÃO se deve governar um país, em especial de como NÃO se deve tratar o seu povo.

Graças a Fidel, pudemos ter parâmetros para ter a certeza de que  o socialismo não funciona. Desde 1959, quando o grupo de guerrilheiros liderados por Fidel Castro e Che Guevara convenceu a população que o comunismo era uma boa idéia e tomou o poder às custas de muito sangue inocente derramado, Cuba se tornou um inferno na Terra: milhões de pessoas sentiram a dor da fome, outras milhares morreram fuziladas (em el paredón) - inclusive mulheres grávidas e crianças - e todos sentiram na pele as “benesses” de uma economia fraca, pífia e “comunitária”.

Graças a Fidel, outros loucos assumiram o poder em nome de um fanatismo utópico - como o maluco egocêntrico pseudonazista Hugo Chavez (já morto, ufa!) e seu discípulo professor Girafales Maduro e figuras caricatas de menor valor como Nestor Kirchener (também já visitou a Senhora Caveira), sua perua viúva Cristina na Argentina e de quebra o índio cocaleiro Evo Morales, na Bolívia. Lula e Dilma não precisam de comentários: já sabemos a merda que o Brasil se transformou nas mãos desses dois, frutos da inspiração castrista - estamos sentindo até hoje no bolso o resultado dessa péssima escolha.

Fidel e Che Guevara - esse último, um psicótico lunático serial killer homofóbico e racista (odiava gays e negros - não sei porque cargas dáguas é figura reverenciada nos cursos de Humanas) foram os principais responsáveis pelo Golpe Militar no Brasil: foi graças a Fidel, que os militares tomaram o poder em 1964 cagando de medo, prevendo a merda que o país se tornaria - se abraçássemos o socialismo como os políticos da época por aqui estavam querendo abraçar (havia um belo namoro se formando entre Cuba, Brasil e a antiga U.R.S.S). Ainda bem que os militares foram mais rápidos.

Graças à ditadura castrista, pudemos aprender a valorizar a nossa liberdade de expressão, ao privilégio de poder comprar comida a hora que quiser, de poder fazer aquilo que desejar, de poder ter quantos filhos puder e inclusive DEIXAR o país na hora que quiser - sem precisar arriscar a vida em uma balsa, arriscando morrer afogado, desidratado ou no estômago de algum tubarão.

Graças a Fidel, nós sentimos aquele friozinho na barriga ao ver a morte de perto quando a crise dos mísseis nucleares soviéticos em Cuba chegou ao seu ápice (16-28 de Outubro de 1962) e que se tivesse ido para frente, provavelmente eu não estaria escrevendo este texto e nem você estaria lendo - porque a Terra seria dizimada naquele momento, em uma guerra nuclear. Para Che - o maluco argentino - os cubanos estavam dispostos a morrer pelo socialismo:

“É o exemplo tremendo de um povo disposto ao autossacrifício nuclear, para que suas cinzas sirvam de alicerce para uma nova sociedade”, disse Che.

Ele e os demais membros do governo, no entanto, planejavam se abrigar em bunkers instalados na embaixada soviética, na casa de Fidel Castro e em uma caverna perto de Havana. A covardia típica da liderança “socialista”.

Graças a Fidel, nós aprendemos a valorizar a prevenção de doenças, afinal de contas, Cuba possui a “mais avançada e bem-sucedida” campanha preventiva de doenças do Mundo. Em um país onde não existem aparelhos de tomografia e ressonância magnética, tem mais é que prevenir doenças, não é mesmo? E com mesmo Fidel velho-de-guerra nós aprendemos a não reclamar mais do nosso Imposto de Renda: afinal de contas, depois que descobrimos que de cada R$ 10.000,00 do salário de médico cubano do Programa Mais Médicos no Brasil, Don Fidel ficava com R$ 8.500,00, reclamar pra quê não é mesmo? E vocês aí descontentes com o nosso leãozinho, né? Ingratos! 

Fidel nos mostrou que inimigos políticos não tem que ser aliados, eles precisam ser fuzilados. Aliás, nem precisam ser inimigos - basta pensar de forma diferente ou cujo pensamento ameace o “regime”. Mas é claro, Fidel também nos ensinou o que é ter complacência, clemência e compaixão: boa parte dos deliciosos charutos de Havana são produzidos diuturnamente pelos filhos, netos e bisnetos desses “inimigos do Estado” (segundo Fidel e Che, uma família era considerada inimiga do Estado até sua terceira geração), em troca de parcas rações de comida e um teto. Melhor que morrer né? 

Fidel transformou Cuba em país tão lindo de se viver (e era, antes dele chegar lá) que NENHUM artista “exilado” durante o regime militar brasileiro (1964-1985) quis morar lá. Guantanamera? Só nas rádios. Todos os artistas, pensadores e “intelectuais” de esquerda daquela época (e que até hoje pregam que o socialismo é uma coisa boa, com Fidel Castro sendo seu “camarada”) deixaram Cuba de lado: Caetano Veloso e Gilberto foram para a Inglaterra. Chico Buarque foi para a Itália. Raul Seixas foi para Nova Iorque. Nem Brizola, um exaltado ícone esquerdista no Brasil quis saber de Cuba: exilou-se no Uruguai. Paulo Freire, idolatrado pela esquerda brasileira exilou-se na Bolívia, depois no Chile e enfim, nos EUA, em Nova Iorque. Cuba? Nem pensar. Deixem Cuba para os cubanos!

Enfim amigos, Fidel foi muito importante para nós - Brasileiros. Graças a Fidel pudemos ter um parâmetro - bem aqui perto - de como o socialismo é o supra-sumo da mediocridade, intolerância e  burrice humana. Graças a esse senhor que durou NOVENTA ANOS, o povo cubano sofreu mais do que poderia imaginar (e não se enganem com imagens de cubanos chorando na TV - se não chorarem, paredón ou campos de tabaco, viu?), em um país onde se falta tudo, inclusive a Liberdade.

Temos muito que agradecer a Fidel. Por ele ter sido a pessoa que foi, hoje podemos apreciar a NOSSA Liberdade, a NOSSA Democracia que muitas vezes desprezamos - e que o povo cubano faria de tudo para tê-la, novamente.

Hoje, Fidel morreu. Em breve, sua ideologia sanguinária-populista-fracassada também morrerá. Quando Cuba conhecer novamente as benesses do capitalismo, do turismo que movimentará   suas praias paradisíacas e da renda gerada pelos charutos ao maior país consumidor de tabaco do Mundo (nos EUA e em vários países capitalistas, é proibida a venda de charutos cubanos - pelos embargos econômicos), o povo nem se lembrará daquele velho barbudo que mandava matar e torturar quem discordava dele (ou dormia, após seus longos e intermináveis discursos que duravam horas).

Espero que quando isso acontecer, o povo cubano tenha aprendido a lição e não caia mais nessa conversa “socialista” - que nada mais é do que a escravatura disfarçada de boas intenções sociais.

Fidel finalmente morreu, e o povo cubano finalmente tem a chance de renascer.

E eu - sinceramente - espero que algum lugar do Inferno Che Guevara o receba, de braços abertos.

VAYA SIN DIOS!

Fábio Marchi
Um bugre que gosta de escrever.

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