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Por que a Grande Mídia quer impedir que Bolsonaro seja Presidente do Brasil?

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Uma coisa que tornou-se evidente nessa campanha eleitoral é o ESFORÇO que a grande mídia (emissoras de televisão, grandes sites de notícias e jornais) vem fazendo para desacreditar, desmoralizar ou criar inverdades sobre o candidato Jair Messias Bolsonaro, do PSL (17).

E aí fica a dúvida: POR QUÊ?

Porque é um candidato polêmico e diz frases polêmicas? Nah! Mais bobagem, racismo e discurso de ódio que Lula, Ciro e Dilma já disseram ao longo de suas carreiras, impossível. Ainda que a livre manifestação de ódio e preconceito seja seletiva para determinados grupos ideológicos, isso não altera o principal ponto que mais interessa às empresas de mídia: CAIXA FINANCEIRO. Aliás quanto mais polêmica, mais acessos e consequentemente mais dimdim entrando na conta dessas empresas - não importa de quem seja.

É a preocupação de Bolsonaro executar dívidas dessas empresas? Existem contratos já realizados e em todo contrato existem cláusulas de negociação. Se ele agir assim, acabaria a segurança jurídica no país - e isso não acontecerá.

É a preocupação de extinguir Lei Rouanet? A lei Rouanet afeta artistas, não empresas da grande mídia. Aliás, sem a Lei Rounet aumentaria o poder dessas empresas, porque muitos artistas dependeriam ainda mais delas para divulgar o seu trabalho.

E porque então a GRANDE MÍDIA reuniu-se para detonar o candidato Jair Bolsonaro?

Por uma razão muito simples: 

Pela PRIMEIRA VEZ na América Latina, um candidato à presidência do país se elegerá apenas com a força das redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas - sepultando DE VEZ o poder da televisão, que até uma década atrás determinava quem era quem no jogo do poder.

Pela PRIMEIRA VEZ o povo está ignorando políticas tendenciosas e votando de acordo com suas convicções, porque está vendo, ouvindo e participando de grupos e redes de conexão com milhões de outras pessoas que pensam exatamente como elas. 

A comunicação entre os eleitores estabeleceu-se de tal forma que a facilidade da criação de enquetes em redes sociais e pesquisas informais entre amigos e familiares estão colocando em xeque até mesmo institutos tradicionais como DataFolha e IBOPE, porque além de refletir com mais credibilidade para o eleitor que participa, estimulam a militância a continuar lutando pelo seu candidato.

Daí o DESESPERO dessa mídia obsoleta, rançosa e que ainda acha que eleitores podem ser manipulados com pesquisas fajutas e matérias tendenciosas. 

Isso já aconteceu nos EUA, com Trump. E isso está acontecendo aqui, agora, nesse momento.

Dia 07 de Outubro será o dia em que pela primeira vez a Globo não fará mais nenhum presidente, não acabará com a candidatura de mais nenhum presidente (como fez com Lula quando enfrentou Collor).

Dia 07 de Outubro será a data em que os valores de inserção de propagandas na TV terão que ser revisados, porque ficará evidente que seus telespectadores não são mais tão influenciados assim pela mídia tradicional.

Dia 07 de Outubro será a data em que a tradicional mídia brasileira terá que se reinventar, se quiser manter seu público - mais escasso a cada dia que passa - pois está perdendo espaço para Netflix, Youtube, Spotify, games e outras formas de entretenimento online. 

Facebook, Twitter e WhatsApp serão os novos formadores de opinião? Não, serão as novas FERRAMENTAS dos novos formadores de opinião: o POVO.

Tal como deveria ser, em uma velha e boa Democracia.

Fábio Marchi
Um bugre que gosta de escrever.

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