Caminhonete Toyota Hillux usada pelos criminosos.

A advogada Laura Casuso, 54, vítima de atentado no início da noite de segunda-feira (12/11) em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, morreu horas depois num hospital do município, que faz fronteira com o Brasil através de Ponta Porã. 

Laura era advogava do narcotraficante Jarvis Gimenes Pavão e também teria atuado em processos do também narcotraficante Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto.

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De acordo com sites locais, ela chegou a ser operada no Hospital Regional da cidade, depois de ser atingida por pelo menos cinco disparos, mas não resistiu a gravidade dos ferimentos. No local do atentado, a polícia encontrou 19 cartuchos de pistola 9 milímetros disparados contra a vítima que mesmo com colete a prova de balas, ainda foi atingida.

Uma câmera de segurança flagrou toda a a ação dos criminosos. A advogada deixa um endereço onde participava de uma reunião e em seguida um atirador desce de uma caminhonete Toyota Hillux, preta, vai até ela correndo e dispara pelos menos seis vezes. 

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Após ser baleada, a advogada foi levada ao Hospital Regional de Pedro Juan, onde foi submetida ao procedimento cirúrgico.

A caminhonete usada no crime foi encontrada próximo a um supermercado da cidade e os criminosos que ainda não foram encontrados teriam fugido para o lado brasileiro da fronteira. Paralelo as buscas dos pistoleiros a polícia paraguaia também informou a imprensa local que as testemunhas que participavam da reunião com a advogada também já foram identificada e serão ouvidas.

Ainda de acordo com o chefe de polícia paraguaia, Teófilo Giménez, existe a suspeita de que os próprios pistoleiros é quem teriam ligado para a advogada para que ela saísse do local e fosse morta.

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