Maria Cristina Rojas, de 54 anos, que foi carbonizada em uma residência localizada nas imediações do posto fiscal de Aquidabã, no município de Ponta Porã, a 346 quilômetros de Campo Grande, teve o corpo encontrado em chamas pela filha e pelo genro. Ela teria sido assassinada primeiro e depois queimada por Claudemir Barbosa Ferreira, 23, com quem estava se relacionando.

Claudemir que foi preso na tarde deste domingo, disse que matou Maria por vingança. O irmão de Claudemir teria uma rixa com Maria e, segundo o autor, ela pretendia matá-lo, disse em depoimento.

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Segundo o delegado Eduardo Ferreira de Oliveira, responsável pelo registro da ocorrência, Cristina saiu volta das 21h30 de sábado (29), dizendo para a filha que iria para o assentamento Itamaraty. A moça ficou na casa e foi para a varanda com o namorado. Por volta das 3 horas da madrugada, ela percebeu a caminhonete da mãe se aproximando.

“A filha disse que a mãe costumava chegar embriagada, motivo pelo qual ela e o namorado entraram na casa e foram para o quarto, antes mesmo de verem se a mulher estava acompanhada”, explicou o delegado.

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Durante depoimento, a moça e o namorado disseram que ouviram Cristina dizendo para Claudemir: “Esta é minha casa, é pequena, mas seja bem-vindo”. Isso leva a polícia a crer que era a primeira vez que esta pessoa visitava o local. Em seguida, eles ouviram Cristina e o homem conversando na cozinha, ingerindo bebidas e escutando música. Mais tarde, os dois foram para outro quarto e mantiveram relações sexuais.

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