Natural de Corumbá,Jotappê (centro) é cantor, compositor e ator, trabalhando desde criança em grandes trabalhos da indústria áudio visual. / Imagem: Netflix (Divulgação "Sintonia ")

O corumbaense João Pedro Correia de Carvalho (19), ou Jottapê, como é conhecido no meio artístico, é um dos destaques do seriado Sintonia da Netflix, que estreiou no dia 09 deste mês.

A série, idealizada por Kondzilla, que criou um império com a direção e produção de clipes de funk, mostra as diferentes faces de um bairro periférico da capital paulista a partir das histórias de três personagens, dentre os quais está o nosso artista corumbaense no papel de Doni, um jovem que sonha em ser Mc e lida com as adversidades do cotidiano periférico.

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Jottapê, que é cantor, compositor e ator, trabalha desde criança na indústria audiovisual. Sua primeira atuação nas telonas foi no filme “Acquária” (2003) em que a dupla Sandy e Junior interpretam os papéis principais. Aos 9 anos protagonizou ao lado do cantor Daniel o filme “Menino da Porteira”. Atuou em novelas (entre elas “Avenida Brasil” e “Chiquititas”), participou de programas, até que descobriu o funk. Há dois anos foi contratado pela KondZilla Records e, desde então, vem acumulando números impressionantes no YouTube e nas plataformas digitais.

Recentemente, Jottapê emplacou no cenário musical do funk com sucessos como “Elas são maravilhosas” e “Perfeitamente “, sendo que suas composições integram a trilha sonora do seriado da Netflix.

Jotappê, ou João Pedro de Carvalho (19),é natural de Corumbá e possui uma extensa carreira artística, atuando em novelas e no cenário musical do funk. Atualmente, é destaque no seriado Sintonia da Netflix. / Imagem: Netflix

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Sintonia narra a história de três protagonistas, suas vidas e sua relação com música, tráfico de drogas e religiosidade na cidade de São Paulo.

Os três amigos principais são colegas de longa data que viveram e cresceram na mesma favela e foram influenciados por funk, drogas e a igreja.

Cada personagem vê o mundo de um jeito e, por conta disso, estas influências refletem de um jeito diferente e cada um deles irá para um caminho distinto. Mesmo sendo diferentes eles pretendem se ajudar e salvá-los deles mesmos.

No comunicado divulgado a imprensa nesta segunda (12), o diretor Konrad Cunha — o Kondzilla — falou sobre a realização do sonho de criar uma ficção original e da sua pretensão de inspirar jovens da favela. Ele diz:

É o projeto mais antigo da minha vida, eu sempre sonhei em criar e dirigir uma ficção. Espero que seja mais uma das minhas realizações a inspirar mais molecada de favela a persistir com seus sonhos também, nada é impossível. Favela venceu!

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