A polícia procura uma mulher suspeita de negociar a venda do próprio neto recém-nascido em uma maternidade de Dourados, região sul do estado. O homem que compraria o bebê também é procurado.

De acordo com a ocorrência, a venda só não se concretizou porque policiais militares chegaram ao local em que as negociações aconteciam. No entanto, a mulher e o homem conseguiram fugir.

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De acordo com a polícia, o bebê nasceu há quatro dias no Hospital Universitário, em Dourados. A assistência social da unidade disse que percebeu algo diferente quando a avó da criança, que é indígena, tentava colocar um homem não-índígena como pai da bebê.

Segundo o delegado Eliel Raiumundo Alves, o comprador da criança responderia pelo "crime de adoção brasileira caso conseguisse comprar a criança".

De acordo com o conselheiro tutelar Alias Dias, a criança ficará com a mãe, pois a princípio, foi comprovado que ela não teria envolvimento com o crime. O Conselho irá acompanhar a mulher que tem 27 anos, e o bebê. Ambos estão em uma casa de acolhimento.

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