Deputada reeleita por Mato Grosso do Sul e presidente da frente parlamentar da agropecuária, conhecida como FPA, Tereza Cristina (DEM) está cotada para o Ministério da Agricultura em um eventual governo de Jair Bolsonaro (PSL), que concorre no 2º turno com Fernando Haddad (PT).

Tereza ainda não confirma a indicação e diz que é cedo para tratar o assunto, mas a promessa é destaque em todos os jornais de circulação nacional, entre eles O Globo, Estadão, revista Exame e o portal Congresso em Foco. A especulação aponta, ainda, que a indicação de uma mulher visaria diminuir a rejeição com o público feminino.

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Ela é o principal nome de uma lista de representantes do agronegócio a ser apresentada a Bolsonaro. Mas outros potenciais candidatos são citados. Entre eles, o líder ruralista Luiz Antonio Nabhan Garcia, que tem encontrado resistências dentro do próprio PSL, e o deputado federal Luis Carlos Heinze (PP), eleito senador pelo Rio Grande do Sul.

O atual ministro da Agricultura, Blairo Maggi, chegou a ser ventilado, mas é uma possibilidade pouco provável. Os rumores começaram com o pedido de Bolsonaro para que a FPA indique alguém para o Ministério da Agricultura, que deve abranger ainda a pasta de Meio Ambiente, se Bolsonaro for eleito.

Tereza tem liderado a maior parte dos projetos prioritários do agronegócio dentro do Congresso, como as mudanças no processo de licenciamento ambiental e a polêmica Lei dos Agrotóxicos. Ela também foi responsável por garantir o apoio da FPA ao presidenciável e também ao candidato Reinaldo Azambuja (PSDB) em Mato Grosso do Sul.

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