A garantia foi dada durante reunião na Governadoria, com a vice-governadora Rose Modesto, secretário de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel e Ricardo Senna, adjunto da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).

O executivo da empresa chinesa explicou que o projeto teve que sofrer algumas modificações por conta dos ventos que na região onde está sendo construída a indústria é mais forte do que imaginavam. Por isso, foi realizada perícia e estão sendo feitas adequações ao projeto. Mas Rongjie assegurou que em outubro a BBCA Group inicia a produção de amido de milho e até 2020, conforme o cronograma, iniciam a produção de ácido lático.

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Durante a reunião, o secretário Riedel lembrou que a empresa chinesa vem recebendo todo o apoio do Governo do Estado, na concessão de incentivos fiscais, assim como todas as demais indústrias, pois a política desta administração estadual e estimular a cadeia produtiva e gerar novos empregos.

“O projeto na sua essência não se altera, para a gente é importante esse esforço para fazer a diversificação da matriz produtiva em novas bases, e para a gente essa indústria é importante porque ela trabalha com setores novos, como indústria química, novos materiais como o plástico biodegradável”, afirmou Ricardo Senna.

De acordo com Rose Modesto, o empreendimento para Mato Grosso do Sul será importante. Durante a reunião, os chineses mostraram alguns produtos confeccionados na unidade na China, tendo como matéria-prima o milho. São sacos plásticos, copos, embalagens e camisetas.

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“São mais de R$ 2 bilhões que serão investidos até 2020, então eles se comprometeram a cumprir com o cronograma de construção da indústria dentro desse prazo”, disse a vice-governadora.

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