Victor Eugênio Filho, o Tatão é pré-candidato a deputado federal pelo PTB em 2018. Empresário tem ‘política no sangue’

A vivência desde seus primeiros anos de vida acompanhando os bastidores políticos e o anseio para combater a corrupção motivam a pré-candidatura de Victor Eugênio Filho, o Tatão. O empresário visa cadeira na Câmara dos deputados pelo PTB, e tem nomes fortes entre seus apoiadores.

Entre eles, seu colega de sigla Nelsinho Trad, o prefeito Marquinhos Trad e o deputado federal Fábio Trad, ambos PSD, em união advinda de coligação nas eleições de 2018. Somado a isso, cita sua trajetória natural ao meio político, acompanhando seu pai, Victor Eugênio, que ocupou por 50 anos a vida pública, entre eles os cargos de ex-vereador e ex-secretário de Jânio Quadros enquanto presidente.

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Ainda, trabalhou junto à Marisa Serrano em estratégias de campanhas ao Senado e chegou a tentar a vaga de vereador em Campo Grande. Nos últimos 3 anos e meio, a vontade de tomar as rédeas ativas na política voltou, ao acompanhar “um cenário econômico extremamente difícil, com frágil reagida, e o desinteresse do eleitor como ressonância do todo”.

Apostando na vontade de renovação dos votantes, quer se tornar conhecido e inspirar confiança nos próximos meses. “O povo é sábio e vai saber responder a esse chamamento que Brasil precisa. A população está enojada por uma parte da política, mas vai comparecer nas urnas, apesar de não no mesmo ritmo que gostaríamos, mas acima da média dos outros estados”, acredita.

Pautas

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Entre as suas ideias defendidas, cita como importante a reerguida do ‘carro-chefe’ da economia no Mato Grosso do Sul, o agronegócio, e outros atrativos.  “Por exemplo, a indústria de água potável com exploração do aquífero guarani, explorar o potencial tecnológico e, em relação à pecuária, retomar a força do rebanho bovino”, defendendo a diversificação dos eixos econômicos de MS.

Exemplifica citando o turismo além de Bonito e do Pantanal, que poderia ser incentivado em Campo Grande, com turismo de negócios, congressos, e com a conclusão do Aquário do Pantanal. Outros temas que considera inadiáveis se relacionam com a fronteira entre o Estado, Paraguai e Bolívia, tanto sobre economia da Zona Franca quanto a segurança pública.

“A entrada de armas, drogas, começa pelo nosso Estado, que tem mais de 1,7 mil km de fronteira seca. A discussão inevitavelmente passa por aqui, essas pautas tem sido deixadas de lado”, diz.

Sobre o anseio do eleitor em ver políticos que combatam a corrupção, comenta como enxerga parte das soluções possíveis o fim de político como carreira.

“O epicentro da corrupção está nas reeleições no legislativo, não propriamente no executivo. Sou a favor da limitação da reeleição no mesmo cargo, contra a estrutura criminosa que se forma com a permanência no poder”, diz.

Finaliza em tom otimista sobre os acontecimentos dos últimos anos, com a investigação e a prisão de ‘figurões’ de Brasília.

“Sérgio Moro e companheiros prestam um serviço que já entrou para a história desse Brasil, que está sendo passado a limpo, com até mesmo um ex-presidente preso. Mas tem que haver a fase dois, que vem com a renovação na política”.

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