A vacinação em Ladário segue o cronograma do Estado. / Imagem: Ascom

Com 300 mil doses já entregues pelo Ministério da Saúde, Mato Grosso do Sul abriu oficialmente, na segunda-feira (23), a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza.

A meta é vacinar pelo menos 90% do público-alvo, o que representa 663.656 pessoas em Mato Grosso do Sul. Para o secretário de Estado de Saúde, Carlos Alberto Coimbra, que participou da abertura da campanha realizada no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS), a imunização desse quantitativo vai depender da “consciência do grupo de risco”.

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Em Ladário, tem meta de imunizar 5.170 passoas este ano. Ano Passado (2017) a meta era de 3.780, e foram vacinadas 4.001 pessoas.

Locais de vacinação:

  • Policlínica Municipal (Centro)
  • UBS Joaquim da Costa (Almirante Tamandaré)
  • UBS Maria Francisca (Nova Aliança)
  • UBS Dr° João Fernandes (Alta Floresta)
  • UBS Érico Valle Loaiza (SEAHC)


O horário de funcionamento é de 7:30 ás 10:30 e 13:30 ás 16:30

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De acordo com a Secretaria Municipal de Ladário, a campanha conta com todas as salas de vacinas equipadas com geladeiras novas.

Grupo Prioritário

Fazem parte do grupo prioritário da vacina idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, trabalhadores da saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais também devem se imunizar. Neste caso, é preciso apresentar uma prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos de saúde em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A definição, segundo o governo brasileiro, também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados, portanto, grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

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