O guarda municipal de 38 anos, estaria sob efeito de drogas quando teria abusado sexualmente de uma menina de 12 anos, em Campo Grande. Ele colocou uma arma na boca e se matou após o crime, no último sábado (20). A Polícia Civil vai ouvir a vítima sobre o caso.

Conforme as informações apuradas pelo Jornal Midiamax, o homem tinha comportamento agressivo com a família. No dia do fato, ele estava sozinho com a enteada em casa e ‘chapado’, chamou ela no quarto. Ele teria estuprado a menina, depois pediu para que ela saísse do cômodo.

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Momentos depois, foi ouvido o disparo. O homem colocou a arma na boca e atirou. Informações são de que a vítima já teria informado sobre uma tentativa de abuso para um familiar, o que não foi levado a sério.

A Polícia Civil deve começar a ouvir ainda esta semana testemunhas e a garota de 12 anos. Segundo a delegada Marília de Brito, da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), o laudo com o resultado que deve ou não comprovar o abuso ficará pronto em 30 dias.

Informações de que ele não estaria em dia com exames psicotécnicos não foi confirmada pela comunicação da Guarda, que definiu o rapaz como um ‘excelente profissional’. O homem era integrante do primeiro grupo armado e passou por vários exames. “O profissional passa por curso ministrado pela Polícia Federal, que é feito de dois em dois anos, criterioso em todos os sentidos. Quem não faz a reciclagem, não pode usar o armamento, o que não era o caso desse profissional”, informou a comunicação da Guarda.

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A guarda municipal declarou que aguarda a investigação da Polícia Civil para fazer qualquer declaração sobre o caso.

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