Campo Grande fará parte no próximo sábado do Feirão do Imposto, movimento nacional com venda de produtos e serviços com valor real de mercado. O litro da gasolina será oferecido por R$ 2,50. 

O objetivo é mostrar aos contribuintes a carga tributária dos governos federal, estadual e municipal. Na capital sul-mato-grossense serão 5 mil litros de gasolina com dedução de impostos. A venda será de até 20 litros por carro e 8 litros por motocicleta. 

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O desconto será oferecido no Posto Faleiros, na avenida Duque de Caxias, 2.390, na Vila Nova. A distribuição de senhas começará às 6h e o abastecimento será liberado uma hora depois. O pagamento será feito somente em dinheiro.

Quem ainda não abasteceu e não quer esperar até sábado deve correr antes que o reajuste de 1,84% imposto pela Petrobras nas refinarias interfira no preço cobrado pelos postos. Os valores antigos serão mantidos enquanto durarem os estoques do produto mais em conta.

É o caso do Posto Aliança, de bandeira Petrobras, localizado na Avenida Mato Grosso. Por lá a gasolina comum está saindo por R$ 4,299 independentemente se o cliente comprá-lo no crédito ou à vista. O Posto Itanhangá (Ipiranga), na Avenida Joaquim Murtinho, está cobrando R$ 4,15 pelo produto no cartão. Em dinheiro ou no débito, ele sai por R$ 3,86 já com o reajuste.

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Já o posto da rede Kátia Locatelli da Avenida Costa e Silva e o Autoposto Piloto (Avenida Afonso Pena) ainda estão vendendo o combustível por R$ 3,99 no débito/à vista e por R$ 4,09 no crédito, sem o reajuste.

No Posto Tereré, que fica perto do Shopping Campo Grande, o produto sai por R$ 4,09 em qualquer forma de pagamento e o Posto São Marcos, na Marechal Rondon, vende a gasolina a R$ 3,95 à vista/débito e por R$ 4,07 no crédito.

Em todos esses quatro casos, os valores podem mudar a qualquer momento à medida que os estoques se esgotem.

Política de preços 

 Na última sexta-feira, a Petrobras já havia anunciado novo reajuste para a gasolina que entrou em vigor no fim de semana.

A política de preços adotada a partir de julho do ano passado pela Petrobras para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras se baseia no preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais desses produtos mais os custos que os importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo, esclareceu a empresa.

Segundo ela, “a paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”. O preço considera ainda uma margem que cobre eventuais riscos, como volatilidade do câmbio e dos preços.

Ainda sem contabilizar o novo reajuste, levantamento feito pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível), aponta que Mato Grosso do Sul ocupa a sexta posição dos Estado onde a gasolina é mais barata.

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