Governadores defenderam a aprovação da reforma da Previdência Social como forma de garantir crescimento econômico / Imagem: Divulgação

Em reunião nesta terça-feira (22) no Palácio da Alvorada com o presidente da República, Michel Temer, governadores defenderam a aprovação da reforma da Previdência Social como forma de garantir crescimento econômico, combater privilégios e garantir o pagamento dos benefícios no futuro.

Na avaliação do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a reforma da Previdência é necessária para aumentar a justiça social no País. “Temos que buscar justiça social, preservar direito adquirido e ter um bom sistema previdenciário”, apontou, em entrevista ao Planalto. Ele lembrou ter atuado para implementar novas regras previdenciárias em seu estado.

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Relator da proposta de reforma da Previdência, o deputado federal Arthur Maia (PPS-BA) também aponta para o aumento da justiça social com a equiparação das aposentadorias do setor privado e do público: "A reforma traz essa realidade, traz com que essa igualdade prevaleça em todas as esferas do poder”, pontuou.

Considerada essencial para evitar um colapso das contas públicas e garantir o recebimento das aposentadorias no futuro, a reforma da Previdência prevê a adoção de uma idade mínima para receber o benefício e, entre outros pontos, a equiparação do regime previdenciário do setor privado e dos servidores públicos.

Salários e investimentos

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“É exatamente esse equilíbrio fiscal que vai projetar um equilíbrio na economia [...] gerando emprego, melhorando o salário das pessoas”, avaliou o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo. Em 2015, o governo catarinense conseguiu aprovar mudanças na previdência dos servidores públicos estaduais.

Já o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, ressaltou a confiança e os investimentos que viriam diante da alteração das regras previdenciárias. De acordo com ele, a perspectiva de aprovação da reforma já é motivo de otimismo para quem investe no Brasil.

“Só a perspectiva de sua aprovação já gera um otimismo nos investimentos, na economia, nos indicadores sociais e econômicos”, disse. “Temos que dialogar com a sociedade, dialogar com os trabalhadores, com os servidores e mostrar quer essa reforma é fundamental”, concluiu.

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