Reinaldo confirma alterações para servidores estaduais. / Imagem: Marcos Ermínio, Midiamax

Reinaldo Azambuja (PSDB) confirmou nesta terça-feira (26) que encaminhou no dia de ontem (25) o texto da reforma da previdência estadual à Assembleia Legislativa, durante reunião na Casa, onde esteve para tratar da proposta. O texto segue aos moldes da reforma federal, com alterações no tempo de contribuição e idade de aposentadoria.

De acordo com Azambuja, o texto é uma réplica da reforma do presidente Jair Bolsonaro. “Não tem nenhuma inovação. É uma lei ordinária que trata de idade, tempo de contribuição, igualzinho ao que foi aprovado no governo federal”, disse durante agenda, na inauguração da Gameleira.

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Nesta terça, deputados participaram de reunião na Governadoria com o secretário de Governo Eduardo Riedel. Apesar de terem ido para se informar sobre o projeto, o líder de Reinaldo, deputado Barbosinha (DEM), disse apenas que o texto deve ser igual ao federal.

O que muda

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Caso o texto seja idêntico ao federal, a idade mínima vai para 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens após o período de transição, com tempo mínimo de contribuição de 25 anos para ambos os sexos, 10 anos de serviço público e cinco anos no cargo para a aposentadoria.

Também haveria elevação da alíquota de contribuição de 11% para 14%, a elevação do prazo de contribuição, além da retirada de direitos da carreira, como quinquênio.

Os trabalhadores a mais de dois anos da aposentadoria terão um pedágio de 100% sobre o tempo faltante para ter direito ao benefício, desde que tenham 60 anos (homens) e 57 anos (mulheres) e 35 anos de contribuição (homens) e 30 anos de contribuição (mulheres). No caso dos servidores públicos que entraram antes de 2003, o pedágio daria direito à integralidade e à paridade.

Para professores, a idade mínima de aposentadoria reduziria para 55 anos (homens) e 52 anos (mulheres), com cumprimento do pedágio de 100%.

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