Outro filho de desembargadora foi internado após roubo e julgamento relâmpago em 2005 / Imagem: G1

A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça aceitou o pedido da defesa da desembargadora Tânia Borges, na quinta-feira (28). A partir de agora, ela não é mais acusada, em uma ação de improbidade administrativa. A justiça aceitou o pedido para suspender o processo por conta de uma denúncia apresentada por 3 promotores, no início do ano.

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Tânia Borges teria agido de forma irregular ao utilizar um carro da Polícia Civil e também escolta para tirar da prisão o filho, Breno Borges, em julho do ano passado. Agora, a Justiça acatou um parecer do próprio Ministério Público, justificando os atos da desembargadora.

Segundo o procurador da Justiça, Ariadne de Fátima Cantú da Silva, a desembargadora estaria usando escolta e o carro porque vinha sendo ameaçada e estava incluída em um programa de proteção do Tribunal de Justiça. Tânia Borges continua respondendo a um processo no Conselho Nacional de Justiça pelo mesmo motivo.

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