Considerado pelas autoridades policiais como o líder do PCC na fronteira do Brasil com o Paraguai, Sérgio de Arruda Quintiliano Neto, conhecido como Minotauro foi preso, na segunda-feira (4), pela Polícia Federal (PF), em Balneário Camboriú (SC). Segundo a PF, “a prisão de Minotauro é considerada um importante golpe no tráfico de drogas e armas, bem como na tentativa de domínio de áreas fronteiriças por facções criminosas”. Ele era alvo de dois mandados de prisão: um por tráfico de drogas e outro por uso de documento falso.

Foram necessários seis meses de investigações para que o suspeito fosse localizado e preso. Ele é acusado de se dedicar ao tráfico de drogas vindas da Bolívia que entravam no país pela fronteira entre o Mato Grosso do Sul e o Paraguai. De acordo com a PF, a região de Ponta Porã (MS), na divisa com o território paraguaio, registrava ações violentas ligadas ao embate entre organizações criminosas rivais que disputavam o comando de tráfico de armas e drogas.

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Minotauro ainda é suspeito de ter matado um policial civil em Mato Grosso do Sul no ano passado, além de ter participação, em novembro, na morte de uma advogada em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha a Ponta Porã. Além da prisão, a PF apreendeu com Minotauro dinheiro em espécie, telefones celulares e um veículo de luxo.

Carro de luxo foi apreendido na operação em que Minotauro foi preso. / Imagem: Divulgação - PF

Smartphones e dinheiro vivo foram apreendidos pela Polícia Federal. / Imagem: Divulgação - PF

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