Advogada desabafou o ocorrido em sua rede social, Facebook. / Imagem: Divulgação / Facebook

Corumbá - A rixa político-ideológica parece ter atingido até mesmo os pobres animais que precisam de adoção: na tarde de hoje (25) a advogada Lucia Szochalewicz postou em sua rede social Facebook, sua indignação e frustração pelo fato de ter tentando adotar uma gatinha através do grupo da comunidade virtual GAPA ( Grupo para Animais Perdidos e Achados Corumbá e Ladário-Ms ), grupo que conta com cerca de 4.800 membros e que foi criado para facilitar vida dos pobres bichinhos abandonados que precisem de um lar - mas sem sucesso. Motivos? Segundo ela, porque seria eleitora de Bolsonaro.

De acordo com os prints enviados para esta redação, Lucia entrou em contato com o membro do grupo da comunidade virtual, após ver um post anunciando uma gatinha para adoção. Após conversar com o membro do grupo - que seria estudante de uma universidade federal da região, a UFMS - ela recebeu a notícia de forma rude e indelicada que não poderia adotar o animal, por conta da sua ideologia política.

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E completa:

Segundo a Dra. Lucia, ela pretende tomar atitudes jurídicas:

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Lucia diz que está recebendo apoio de outras pessoas, inclusive a oferta de outros gatinhos para adoção:

A advogada ainda complementou:

GAPA

Por falar em nome da entidade GAPA , este Correio tentou entrar em contato com uma das administradoras do grupo para obter um posicionamento - às 15:55h via WhatsApp - e teve a resposta às 19:45, após o fechamento desta matéria - que foi editada para complementar os fatos.

Segundo Simoni Panovitch - uma dos 10 membros oficiais do GAPA é uma ONG que atua na região de Corumbá e Ladário há mais de 10 anos e esta pessoa que entrou em contato com a Dra. Lucia não faz parte da entidade, apenas do grupo na rede social facebook, portanto não poderia falar em nome da entidade. Segundo Simoni, a GAPA não possui fins políticos e todas as pessoas que amam os animais são bem-vindas à realizar uma adoção.

Ainda de acordo com Simoni, o grupo da comunidade virtual é público e qualquer um pode ingressar e ter acesso, porém ninguém está autorizado à falar em nome da ONG.


OUTRA PARTE

A Dra. Lucia Szochalewicz não identificou o autor da agressão online, por isso não pudemos entrar em contato com o mesmo.

Segundo ela:

“Será identificado nos autos da ação judicial”.

Confira os prints da conversa baixo que a advogada teve com o membro do grupo do de facebook GAPA.

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