O motorista de aplicativo Matheus Pereira Santana, 22 anos, foi encontrado morto na cidade de Pedro Juan Caballero, que faz fronteira com o município sul-mato-grossense de Ponta Porã. Matheus era morador do bairro Pioneiros, na Capital, e teria sido contratado para fazer uma corrida particular até o Paraguai.

De acordo com as informações apuradas, um conhecido foi quem teria indicado a corrida para Matheus, que pegou um casal na madrugada da última sexta-feira (11). Ele teria entrado em contato com a família quando chegou em Pedro Juan e chegou a mandar uma foto em frente a um shopping, mas depois desapareceu.

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O corpo de Matheus Pereira foi encontrado na noite de sexta-feira no bairro Callejon Genes e só foi identificado neste domingo (13). Os pais de Matheus estiveram no Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) e reconheceram o corpo, que foi liberado e encaminhado para Campo Grande.

Informações de testemunhas são de que o homem que teria contratado a corrida estaria fugindo de traficantes, mas a informação não foi confirmada até o momento.
Os suspeitos estariam em um veículo de cor branca e teriam executado a vítima com 15 tiros de pistola calibre 9mm. A vítima tinha tatuado em seu braço, que estava quebrado, o nome “Maria Alice” e pode ter sido torturado antes ao assassinato. Evidências apontaram que a vítima teria tentado fugir, mas acabou alcançado e morto no portão de uma empresa de extração de pedras.

O corpo de Matheus Pereira foi encontrado na noite de sexta-feira no bairro Callejon Genes e só foi identificado neste domingo (13). Os pais de Matheus estiveram no Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) e reconheceram o corpo, que foi liberado e encaminhado para Campo Grande.

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Crime

Os suspeitos estariam em um veículo de cor branca e teriam executado a vítima com 15 tiros de pistola calibre 9mm. A vítima tinha tatuado em seu braço, que estava quebrado, o nome “Maria Alice” e pode ter sido torturado antes ao assassinato. Evidências apontaram que a vítima teria tentado fugir, mas acabou alcançado e morto no portão de uma empresa de extração de pedras.


Informações de testemunhas são de que o homem que teria contratado a corrida estaria fugindo de traficantes, mas a informação não foi confirmada até o momento.

Os suspeitos estariam em um veículo de cor branca e teriam executado a vítima com 15 tiros de pistola calibre 9mm. A vítima tinha tatuado em seu braço, que estava quebrado, o nome “Maria Alice” e pode ter sido torturado antes ao assassinato. Evidências apontaram que a vítima teria tentado fugir, mas acabou alcançado e morto no portão de uma empresa de extração de pedras.

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