Em 2018, Mato Grosso do Sul já tem 11 casos confirmados de infecções pelo vírus influenza e duas mortes. Os dados são do mais recente boletim epidemiológico divulgado pela secretaria estadual de Saúde, divulgado nesta quarta-feira (18).

De acordo com o boletim, são três casos pelo vírus A H1N1, sendo dois em Campo Grande e 1 em Jardim; seis por influenza A H3N2, todos na capital e ainda 2 pelo influenza B, também em Campo Grande.

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As duas mortes, conforme o boletim, foram provocadas pelo H3N2. A primeira foi de uma mulher de 58 anos, que morreu em 17 de março, seis dias após apresentar os primeiros sintomas. A segunda foi de um homem de 40 anos, que faleceu no dia 18 de abril, no Hospital Universitário, dois dias após ser internado da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do bairro Leblon.

Além dos casos de influenza, a secretaria estadual de Saúde informou que este ano já foram registrados em Mato Grosso do Sul 124 casos de pessoas que ficaram internadas com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

A gripe é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza que provoca febre, tosse, dor de garganta, dores no corpo e mal estar. O maior gravidade da infecção pelo vírus influenza são as complicações como pneumonias, dificuldades respiratórias que podem levar à internação e até mesmo ao óbito.

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Campanha

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, em Mato Grosso do Sul, tem como público alvo imunizar 737.395 mil pessoas a partir do dia 23 de abril. A meta é vacinar pelo menos 90% do público alvo, o que representa 663.656 mil pessoas.

Segundo a SES, a campanha vai até o dia 1° de junho e no dia 12 de maio será realizado o dia de mobilização nacional, o Dia D. Para os demais grupos, a campanha estará disponível apenas no dia 21 de maio.

Fazem parte do público alvo: crianças de 6 meses a menores de 5 anos, gestantes, puérperas, professores, profissionais da saúde, povos indígenas, indivíduos com 60 anos ou mais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população carcerária e funcionários do sistema prisional, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais independente da idade.

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