Viatura da Polícia Militar dos anos 90. Foto Divulgação.

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Há mais de duas décadas, um crime brutal abalou a cidade de Corumbá. Em 24 de janeiro de 1998, a menina Emily Teixeira Lopes, de 09 anos, foi estuprada, asfixiada e teve o corpo colocado dentro de uma caixa de televisão.

A monstruosidade do assassino ainda o fez dar um banho na menina e quebrar seus ossos, para que coubesse dentro da caixa. Logo depois, o corpo, dentro da caixa, foi jogado em um matagal próximo à escola Sesi, onde estudava a criança.

O responsável, Marcelo dos Santos, um rapaz de 24 anos, era funileiro e vizinho da família da criança, na Rua Silva Jardim, bairro Universitário. Em sua psicopatia, ainda prestou ajuda ao pai da menina, o senhor Valto Nicola, que já sabendo do desaparecimento da filha, estava desesperado.

O assassino pilotou a moto do pai de sua vítima, auxiliando-o na busca, até chegarem ao matagal onde já estavam os policiais.

A polícia, suspeitando de tanta prestatividade do vizinho, intimidou-o até que Marcelo confessou na delegacia o próprio crime.

Logo, então, os policiais encontraram a bicicleta da criança na casa do funileiro, bem como um colchão com manchas de sangue.

O crime ocorreu na tarde de sábado após Emily sair de casa para comprar um pote de margarina. Pelo caminho, passou em frente a casa do funileiro, amigo de seus pais.

O rapaz a convidou para brincar com a filha menor, que tinha 18 meses. O assassino ainda era casado com uma mulher que estava grávida de cinco meses, porém ausente da cidade no dia do crime.

A história deste crime bárbaro veio à tona no ano passado (2018) após a irmã da menina Emily, a estudante Aline Chaves, ir em rede social através de uma postagem relembrar a tragédia que envolveu sua família.

Na postagem, Aline descreve sua revolta em relação ao crime, alegando que Marcelo não ficou sequer dez anos preso.

O assassino foi morto em 13 de maio de 2009, no bairro Aeroporto, à tiros, por uma dupla de motoqueiros, após sair em liberdade condicional.

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