Comovido com o fato de a filha ter conseguido uma vaga no Mundial paralímpico de tênis de mesa, o pai da atleta Cátia Oliveira, Flavio Alves, passou mal e morreu vítima de uma parada cardíaca. 

Flávia ficou sabendo da morte e mesmo assim fez questão para subir ao pódio para homenageá-lo. Ela perdeu a decisão na Eslovênia e ficou com a medalha de prata. Antes da premiação, todos os paratletas fizeram um minuto de silêncio.

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Na decisão, a paulista enfrentou a sul-coreana Su Yeon Seo e saiu derrotada por 3 a 0 (3/11, 10/12 e 11/13), em Celje, na Eslovênia, na decisão da classe SF1-2. Mesmo com a derrota, ela levou para casa a medalha de prata no primeiro Mundial disputado por ela, que já tinha ido aos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

Para chegar até a decisão, Cátia venceu a russa Nadejda Pushpasheva nas quartas de final. Ela é a número 3 do mundo na classe 02, para atletas cadeirantes com baixa mobilidade. Já nas semifinais, passou pela italiana Giada Rossi, número 2 do ranking.

Com o resultado conquistado, Cátia é agora a atleta brasileira que conseguiu chegar mais longe em disputas individuais na história dos Mundiais. O Brasil havia conquistado três medalhas de bronze em 2014, na China (individuais e equipes), e, em 2017, Bruna Alexandre, Danielle Rauen e Jennyfer Parinos ganharam o ouro na classe SF9-10, no Mundial por Equipes, disputado na Eslovênia.

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O ministério do Esporte divulgou uma nota de pesar pela morte do pai de Cátia Oliveira. 

"À Catia, que está na Eslovênia, aos demais familiares e amigos de Flávio e aos amantes do esporte paralímpico, meus profundos sentimentos", lamentou a nota assinada pelo Ministro do Esporte, Leandro Cruz.

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