A Secretaria Municipal de Esportes de Corumbá (MS), emitiu na tarde desta quarta-feira (24) uma nota a respeito da trave que caiu sobre um menino de 9 anos durante um jogo de futebol em uma quadra de esportes. Em nota, a Secretaria afirma que “a trave não é fixa ao solo porque a quadra é poliesportiva. Dessa forma ela pode ser retirada para a prática (segura) de outras modalidades”.

Após a morte do menino, moradores “amarraram” a rede a um poste com um plástico para evitar que a trave caísse novamente. A nota diz ainda que a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos fará uma vistoria em todas as quadras da cidade para avaliar a situações dos equipamentos e a forma como estão sendo utilizados pela comunidade.

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A irmã do menino, que socorreu-o no local, disse que o acidente poderia ter sido evitado se a trave não estivesse solta.

Entenda o caso

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Nicolás Táceo, de 9 anos, morreu na quadra onde jogava futebol com outras crianças no bairro Borroswiski. Ele bateu a cabeça no chão após pendurar-se na trave, segundo os bombeiros, que estava solta. Seu pé enganchou-se na rede e ele caiu com o objeto, batendo a cabeça no chão.

Quando os bombeiros chegaram, o menino estava com traumatismo craniano, inconsciente, com exposição de massa encefálica e hemorragia intensa. Ele também estava sem sinais vitais. O Samu foi chamado, seguiu com procedimento de reanimação por mais de 20 minutos, mas o menino não retornou à consciência.

A quadra onde aconteceu o acidente fica em uma praça, no bairro Borroswiski. No momento em que a trave caiu havia várias crianças no local.

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