O professor Luiz Antônio de Freitas, do Instituto de Matemática da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) de Campo Grande, teria usado as redes sociais para confessar um suposto abuso sexual contra um garoto de aproximadamente 11 anos. Em sua página pessoal no Facebook, o homem teria confirmado a existência de um suposto vídeo onde ele aparece “praticando pedofilia homossexual” e garantido que lembra da data e hora.

“Sei de um vídeo que me mostra praticando pedofilia homossexual com um menino de uns 11 anos. O vídeo é real, e lembro da data e hora, mas também sou vítima. É uma forma de as mulheres se afastarem de mim, por isso, e por outros fatos, não tenho namorada. Detalhe: sou apenas um, de muitos casos, e este não é o meu caso mais grave.(sic)”, diz a publicação.

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A suposta confissão, incluída em um texto autoral sobre “péssimo ranking das universidades”, causou revolta entre alunos e internautas. Ainda na publicação, o professor teria respondido às críticas dizendo não ter medo de ser procurado pela polícia.

Após uma chuva de comentários questionando sobre o ato sexual com crianças ser considerado crime, o homem teria respondido que “o ato não se consumou” e teria mandado o recado: “Para os esquerdóides: só volto a estes comentários para me divertir mais um pouco! Depois de 35 anos como professor, vendo todo tipo de asneiras, aprendi que em certos casos, o correto é morrer de rir.”

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Por nota, a UFMS afirmou que “repudia qualquer ato ilícito e, se confirmada a gravidade da notícia, as autoridades competentes serão contatadas.”

Pedofilia

De acordo com o portal RadarDaPrimeiraInfancia.org, a pedofilia consta na CID (Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde) e diz respeito aos transtornos de personalidade causados pela preferência sexual por crianças e adolescentes. O pedófilo não necessariamente pratica o ato de abusar sexualmente de meninos ou meninas.

A pratica configura crime quando se torna abuso sexual, ou seja, independentemente de qualquer transtorno de personalidade, em que o abusador se aproveita da relação familiar, de proximidade social ou da vantagem etária e econômica para abusar da criança ou do adolescente.

Conforme o portal ConJur, sexo ou ato libidinoso com menor de 14 anos é estupro de vulnerável, independente de ter havido consentimento.

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