O caso veio a tona em 2017 após denúncia do empresário José Berger, que teve benefício fiscal suspenso em 2016 / Imagem: Fábio Marchi

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) concedeu entrevista exclusiva nos estúdios Midiamax, nesta segunda-feira (28), pós 2° turno, e fez um balanço da campanha eleitoral da qual saiu vitorioso, com 52,35% da preferência do eleitorado. Ele citou ataques dos quais, segundo ele, foi vítima durante a corrida eleitoral e de prioridades para o novo mandato.

Azambuja já anunciou que algumas mudanças serão feitas na equipe de governo, mas preferiu não revelar nenhum nome. “Temos pessoas que já contribuíram e outras que ainda têm a contribuir. Outros nomes vão compor nossa equipe”, antecipa.

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Também lembrou que respeitou a legislação eleitoral e não teve nenhum programa tirado do ar, por determinação da Justiça, e lamentou a série de ataques que envolveram não só seu nome, como de sua família, de forma a prejudicar sua campanha.

“No 1° turno eram 5 contra 1 e atônica foi mantida no 2° turno, teve bunker que funcionava como fábrica de fake news, desvendado pelo TRE [Tribunal Regional Eleitoral] e Polícia Federal, ataques constantes a nossa família, inverdades, mentiras contadas, mas sobrevivemos aos ataques”, lamentou.

O tucano falou que ficou claro que a população acredita no trabalho desenvolvido durante seus 3 anos e 10 meses à frente da Governadoria, mas agora é preciso estabelecer prioridades. Alvo de críticas, a Caravana da Saúde será mantida, anunciou Azambuja.

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“Vai ter dinheiro para manter a Caravana e ela vai continuar com certeza. Enquanto tiver uma pessoa na fila, ela vai continuar”. Ele também citou a regionalização da saúde e quer contar com o apoio do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), não só para ações de saúde, mas, principalmente, de reforço na segurança da fronteira.

“O próximo presidente vai ter trabalho. A fala do Bolsonaro sobre o DOF [ampliar o trabalho realizado pelo DOF nas demais fronteiras] vai de encontro ao que a gente espera. Qualquer país do mundo protege suas fronteiras, precisamos urgentemente das forças federais”, disse, defendendo presença de frotas e serviços de inteligência compartilhada.

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