Acusado de matar um estilista de 54 anos em 2016, Alan Silva Santos, 22 anos, se livrou do Tribunal do Júri ao ter o crime desqualificado de homicídio doloso para homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Nesta sexta-feira (dia 26), ele começou a ser julgado na 1ª Vara do Tribunal do Júri, mas diante dessa mudança, a condenação foi definida pelo juiz Fábio Henrique Calazans Ramos.

No caso de homicídio culposo, o magistrado detalha que a pena vai de 1 a três anos de detenção. Considerando que o réu não tem antecedentes criminais, o juiz fixou um ano de detenção. Ele ainda foi condenado por furto e concurso material (quando se pratica mais de um crime), no total de um ano de reclusão. O regime inicial será o aberto.

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“Mantenho o acusado em liberdade, haja vista que assim se encontra no momento e não estão presentes os fundamentos para a decretação de sua prisão preventiva neste momento”.

O crime aconteceu em 4 de setembro de 2016, na Rua Patriarca, na Vila Taquarussu, em Campo Grande. Alan matou o estilista asfixiado durante encontro sexual na casa de Altivane. Os dois trocaram socos e durante a briga, o rapaz deu uma “gravata”na vítima, que morreu. Alan alega que motivo da discussão foi porque Altivane queria manter relação sexual sem preservativo

Hoje, o réu disse que foi embora da residência sem saber que ele estava morto. “Pensei que estava desmaiado”.

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Porém, saiu da casa no carro da vítima, levando as latinhas de cerveja vazias e os utensílios que ele utilizou para jantar, além do celular de Altivane. Tudo isso era para despistar a polícia e não ser identificado pelas digitais. Antes de ir embora, Alan pegou o homem no colo e o colocou sobre a cama.

A promotora Lívia Carla Bariani havia pedido a condenação de Alan por homicídio qualificado pelo uso de asfixia e por furto do celular.

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