Ernie Chambers (fotos), senador estadual dos EUA, entrou com o processo no ano passado procurando um mandato judicial permanente contra Deus. Ele disse que Deus fez ameaças terroristas contra ele e seus constituintes, inspirou medo e causou “mortes, destruição generalizadas e o terror de milhões e milhões de habitantes terrestres”.

Ernie disse que entrou com o processo para chamar a atenção para o fato de que todas as pessoas deveriam ter acesso as cortes, não importando se são ricas ou pobres.

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Na terça-feira, no entanto, o juiz Marlon Polk decidiu que, sob as leis estaduais, o queixoso deve ter acesso ao réu para que o processo legal possa prosseguir.

“Dado o fato que esta corte não poderá executar no nome do réu essa ação será descartada…”, escreveu o juiz.

Ernie, que é advogado graduado, mas nunca fez o exame da ordem, pensa que encontrou uma falha na decisão do juiz. “A corte em si reconhece a existência de Deus. Uma conseqüência desse conhecimento seria reconhecer da onisciência de Deus. Já que Deus sabe tudo, ele foi notificado de seu processo”, disse ele.

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