A polícia está instaurando inquérito no caso do grave acidente que causou a morte do motociclista irlandês Christopher Peck, de 37 anos. Segundo o delegado Pablo Gabriel Farias, titular da 1ª Delegacia de Corumbá, na região oeste do estado, a família está acompanhada de um representado do consulado, com a intenção de fazer o translado do corpo para a Europa.

"O boletim de ocorrência agora se torna um inquérito policial, que estou instaurando nesta tarde. A certidão de óbito já foi liberada e a família e funerária estão providenciando a documentação. O corpo, provavelmente vai para Campo Grande e, em seguida para São Paulo. O último destino será a Irlanda", afirmou o delegado.

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Antes, o motorista que teria causado o acidente responderia apenas por lesão corporal. "Agora mudou o fato e ele deve responder por homicídio culposo. Vamos apurar os fatos, entender o que realmente causou a morte, ouvir os policiais que atenderam a ocorrência, a dinâmica e, se necessário, vamos ouvir novamente este motorista", comentou Farias.

Durante a tarde, ainda conforme o delegado, a família pretende encaminhar o corpo para a capital sul-mato-grossense.

Entenda o caso

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Christopher Peck, de 37 anos, foi atropelado por um motorista de 32 anos de um veículo de passeio durante uma ultrapassagem na BR-262, em Corumbá (MS), na região oeste do estado. Ela seguia para Campo Grande no dia 20 de abril e morreu nessa quarta-feira (2), na Santa Casa, após 12 dias internado.

A vítima teve a perna esquerda amputada, fratura exposta do fêmur e quadril, ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros. O estrangeiro cehgou a conversar com a equipe e disse que percorreu diversos países e estava a caminho da Bolívia, mas, teve a viagem interrompida por problemas de documentação.

Depois dos primeiros atendimentos, o irlandês foi encaminhado para o hospital do município, onde passou por cirurgias e permaneceu internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI). O motorista foi levado para delegacia onde foi realizado o teste de etilômetro e constando 0,16 mg/l de álcool no sangue. A mãe e o irmão do irlandês saíram da Europa no dia 21 de abril, logo após serem comunicados pelo dono do hostel, onde a vítima se hospedou. A família também acionou a seguradora.

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