O cine-debate "Eu não ando só" promovido pelo Campus Pantanal, da UFMS, acontece hoje (18) às 19h, no Anfiteatro Salomão Baruki. 

O documentário, dirigido por Mara Silvestre (Água Comunicação e Eventos), com o apoio do Núcleo de Estudos Néstor Perlongher – Cidade, Geração e Sexualidade, do Impróprias – Grupo de Pesquisa em Gênero, Sexualidade e Diferenças e do Universo Dialógico – Grupo de Pesquisa em Diferença e Linguagem, tem por objetivo provocar reflexões e sensibilizar o público espectador com a trajetória de 08 professores universitários. Em comum, eles têm a homossexualidade e o fato de serem docentes de diferentes campi da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. São eles:

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– Aparecido Francisco dos Reis (Ciências Sociais – FACH) – Doutor em Serviço Social/ UNESP

– Alexandre Meira de Vasconcelos (Engenharia de Produção – FAENG) – Doutor em Engenharia de Produção/ UFSC

– Flávio Adriano Nantes (Letras – FAALC) Doutor em Letras/UNESP.

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– Guilherme R. Passamani(Ciências Sociais – FACH) Doutor em Ciências Sociais/UNICAMP.

– Marcelo Victor da Rosa (Educação Física – FAED) Doutor em Educação/ UFMS.

– Miguel Rodrigues de Sousa Neto (História – CPAQ) Doutor em História/UFU

– Tiago Duque (Ciências Sociais – FACH) Doutor em Ciências Sociais/ UNICAMP

– Waldson Luciano Correa Diniz (História – CPAN) Doutor em História Econômica/ USP.

Os desafios em torno à visibilidade em relação à homossexualidade ainda são grandes em nossa sociedade, a ponto de não ter sido encontrada nenhuma professora lésbica que trabalhe na UFMS para participar do documentário no final de 2016, quando o grupo de professores se reuniu e aceitou o desafio das gravações. Lamentavelmente, quando o assunto é travestilidade ou transexualidade o desafio é ainda maior, sem qualquer histórico de professoras/es trans nesta Instituição. Também deve ser levado em consideração que o Brasil da agoridade é o país que mais mata pessoas trans ao redor do mundo e também o campeão em assassinatos de pessoas que militam em áreas cujos sujeitos sociais são minorias/dissidências, assim, a proposta do documentário é pauta urgência no cenário social e em nossa Universidade.

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