A Escola de Samba do Grupo Especial Unicos da Major Gama abriu o desfile das escolas de samba neste caloroso domingo (11) de carnaval!

Trazendo como temática a homenagem ao um ícone da cultura corumbaense, o paulista José Antônio Garcia, popular Tanabi, a escola desceu com 600 compoenentes e onze alas, além da ala das baianas. O homenageado foi representado na figura do professor, pela sua formação superior em pedagogia; do ambientalista, cuidador da natureza que é; do artista plástico, pelos dons que coloca em prática; do antigo seminarista, pela fé que carrega em São Francisco de Assis.

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Ficha Técnica da Agremiação

 

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Fundação: 05/03/1989

Presidente: Dilma Suely Santos Pereira

Cores: verde, amarelo, azul e branco

Comissão de criação (carnavalescos): João Braga e Betinho

Diretora de Carnaval: Silvana dos Santos Pereira Silva

Diretor de Harmonia: Maurício César Pereira da Silva “Xixo”

Enredo: “Nossa rua hoje tem rei e ganha a avenida: saudemos Tanabi, a cultura é sua vida”

Compositores do samba-enredo: Wander Timbalada e Mariano Araújo Filho

Intérpretes: Ricardo Ângelo Augusto “Ovo” e Dayvidson Castro

Número de componentes: 600

Número de alas: 11 + Ala das Baianas

Número de carros alegóricos: 04

Componentes da bateria: 80

Porta-bandeira: Karine Cavassa

Mestre-sala: Kléber Kosta

Rainha da bateria: Arianna Urquiza

Mestre de bateria: Gerson Pereira “Gersinho”

Destaque da Unidos Major Gama / Imagem: Nathalia Claro

A comissão de frente executou uma coreografia trazendo um casal trajado ao estilo espanhol e um casal trajado de italianos, representando a descendência de José Antônio Garcia. Trouxe também um casal de índios, para rememorar a origem guarani do nome que carrega consigo; além das personagens representando o ensino, o artista, o Frei, e o defensor do meio ambiente.

A escola destacou a figura de São Francisco de Assis em menção a face religiosa de Tanabi. A grande vontade do Tanabi era ser missionário da Ordem Franciscana, mas a vida tomou outros rumos e ele acabou deixando o seminário. No entanto, nunca abandonou sua devoção ao Santo e foi justamente para seguir sua vocação que acabou vindo para o Pantanal de Corumbá, do então estado de Mato Grosso, na década de 1970.

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