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Meio Ambiente Portal de Notícias de MS 09/Junho/2022 / Última edição às 08:41:42

Polícia Militar Ambiental de Campo Grande e Corumbá deflagram a operação Pesca Legal com participação de sete subunidades

As companhias desenvolverão operações com duração de 72 horas, pelo menos duas ao mês


A Polícia Militar Ambiental deflagrou hoje (7) às 8h00 a “Operação Pesca Legal”, que visa ao desenvolvimento de operações sistemáticas de prevenção e repressão à pesca predatória no Estado. A operação, que durará até o final do mês de setembro, é dividida pelas seis Companhias do Batalhão, dentro dos municípios sob suas responsabilidades fiscalizatórias. Com as 27 subunidades, as companhias desenvolverão operações com duração de 72 horas, pelo menos duas ao mês, com datas definidas por cada Comandante, conforme os levantamentos realizados pelo Serviço de Inteligência.

As 7 Subunidades da 1ª Companhia de Campo Grande e da 2ª Companhia de Corumbá, com 70 Policiais, começaram hoje a operação que cobrirá a fiscalização dos rios Paraguai e seus afluentes, incluídos a região pantaneira e rio piscosos como o rio Aquidauana e Miranda e afluentes. Alguns rios, como o Nioaque, formoso e rio da Prata onde a pesca é proibida também terão atenção preventiva especial. Em virtude da facilidade de avisos via celular aos pescadores sobre a fiscalização nos rios, equipes também desenvolverão fiscalização em estradas de acesso aos cursos d’água.

Uma das maiores preocupações da Polícia Militar Ambiental relativamente à pesca predatória e que será combatido durante a Operação Pesca Legal, é o uso de petrechos com grande poder de depredação de cardumes como as redes de pesca, anzóis de galho e espinheis. Dessa forma, a fiscalização nos rios serve para evitar que pescadores pratiquem pesca ilegalmente, pela presença das equipes e que armem os petrechos ilegais, ou pelo menos, fazer a retirada desse material sem que tenham prejudicado os cardumes.

Os drones que estão sendo utilizados na fiscalização da PMA e têm funcionado como uma importante ferramenta nos trabalhos preventivos também serão utilizados nas operações.

Com os aparelhos, os infratores têm ficado com receio de serem identificados pelas imagens, bem como os drones permitem que os Policiais possam fiscalizar grandes áreas de rios, ou terrestres, sem serem percebidos, o que dificulta ainda os avisos via celular aos infratores, que são comuns quando as equipes estão nos rios, ou a campo. Esta fase da operação desenvolvida pelas duas Companhias durará até às 8h00 de sexta-feira.

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