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Brasil G1 08/Abril/2021 / Última edição às 07:34:02

Polícia prende Dr. Jairinho e mãe de Henry por morte da criança; mulher sabia que filho era agredido pelo namorado

O casal até então, negavam qualquer envolvimento com a morte de Henry e afirmavam que tinha sido um acidente doméstico.


A Polícia Civil do RJ prendeu nesta quinta-feira (8), dentro das investigações da morte do menino Henry Borel, o vereador carioca Dr. Jairinho (Solidariedade), padrasto da criança, e Monique Medeiros, mãe do garoto.

Investigadores da 16ª DP (Barra da Tijuca) afirmam que Henry foi assassinado no dia 8 de março — com emprego de tortura e sem chance de defesa da vítima.

O casal foi preso por atrapalhar as investigações e por ameaçar testemunhas para combinar versões. Os mandados foram expedidos nesta quarta-feira (7) pelo 2º Tribunal do Júri da Capital. A prisão é temporária, por 30 dias.

O casal até então, negavam qualquer envolvimento com a morte de Henry e afirmavam que tinha sido um acidente doméstico. Jairinho e Monique não deram declarações ao serem presos, em Bangu, nem quando chegaram à 16ª DP.

‘Sessão de tortura’

Policiais descobriram que, antes do fim de semana da morte, Dr. Jairinho já agredia o menino com chutes, rasteiras e golpes na cabeça.

Segundo a polícia, Monique sabia disso pelo menos desde fevereiro. O vereador teria praticado pelo menos uma sessão de tortura contra o enteado em fevereiro.


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