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Política Assessoria 23/Fevereiro/2021 / Última edição às 09:27:02

Vereadora luta pela instalação da Casa da Mulher Brasileira em Corumbá

Vereadora apresentou requerimento, buscando apoio de outras autoridades, para a maior cidade pantaneira ser beneficiada com a nova proposta do Governo Federal.


A instalação da Casa da Mulher Brasileira em Corumbá é o que pretende a vereadora Raquel Bryk, para ajudar nas ações de combate à violência contra a mulher. Na sessão de ontem (22), ela apresentou requerimento nesse sentido, buscando apoio de outras autoridades, para a maior cidade pantaneira ser beneficiada com a nova proposta do Governo Federal, que prevê empreendimentos de pequeno porte atendendo Municípios com 100 mil a 500 mil habitantes.

Raquel informou que para tentar reduzir a violência contra a mulher, o Governo Brasileiro decidiu reformular o projeto e para permitir a instalação de unidades em municípios de pequeno porte, com custos e estruturas menores que às existentes atualmente, um total de sete, sendo uma em Campo Grande.

A vereadora está buscando o engajamento da Bancada Federal de MS, bem como da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, nessa luta.

O projeto é desenvolvido pela Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, ligadas ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. É o setor responsável por implementar, construir e equipar as unidades da Casa da Mulher Brasileira no país, direta ou indiretamente, por meio da articulação com órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, lembrou.

“Corumbá é uma cidade localizada numa área de região de fronteira e sofre com o problema da violência contra a mulher que tem aumentado significativamente. Além disso, atende meninas e mulheres da Bolívia, como também as vítimas de Ladário, das regiões ribeirinhas, aldeias indígenas e zona rural, o que comprova que se não for ofertado condições de interromper o ciclo da violência, teremos mais casos de feminicídio”, enfatizou.

Raquel destacou que a Casa da Mulher Brasileira é um espaço onde estão concentrados os principais serviços especializados e multidisciplinares de atendimento às mulheres em situação de violência. É referência no modelo de integração dos serviços, de forma a evitar a revitimização destas mulheres e, acima de tudo, oferecer o atendimento humanizado, integral e ininterrupto, 24 horas.

O Brasil dispõe, atualmente, de sete Casas da Mulher Brasileira em funcionamento, nelas sendo possível ter acesso, por exemplo, a serviços de acolhimento e triagem, apoio psicossocial, delegacia especializada, Promotoria de Justiça especializada, Núcleo Especializado da Defensoria Pública e Juizado de Violência Doméstica. Contando também alojamento de passagem, brinquedoteca, central de transporte e ações de autonomia econômica.

“Com a alteração dada pelo Decreto nº 10.112, de 2019, regiões de fronteira, como a nossa, poderão contar com unidades que, além dos serviços prestados pelas outras casas, também serão ofertados serviços especializados de enfrentamento ao tráfico de mulheres e situações de vulnerabilidade decorrentes do fenômeno migratório”, reforçou.

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